quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

On the Edge...

Com o objetivo de investigar a influência do gelo marinho sobre a comunidade fitoplanctônica e as propriedades óticas, físicas e químicas da água do mar, o projeto PRO-OASIS deu início a sua segunda fase de amostragem na margem do gelo marinho antártico. As estações são definidas em função da localização do campo de gelo marinho. A influência do gelo marinho é evidente nos perfis de salinidade.

Sea ice edge in the northern Weddell Sea

CTD operators

Profile of Physical Properties


Fotos: Camila Signori

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Around Clarence Island, Antarctic

O N.Po. Almte. Maximiano encontra-se navegando ao redor da ilha Clarence, Antártica, para dar início as coletas do projeto PRO-OASIS nas proximidades da margem do gelo marinho.

The Brazilian Navy vessel "N.Po. Almte. Maximiano" is now around the Clarence Island, Antarctic, to start the activities near the boundaries of the sea ice.

Imagens de hoje ao redor da ilha Clarence, Antártica.
Images of the Clarence Island today.




Clarence Island


Fotos e Vídeo: Rodrigo Kerr


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Passagem pelo Estreito Antártico....

N.Po. Almte. Maximiano navegando pelo Estreito Antártico (Antarctic Sound).

By Luciano "Luti" Azevedo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O som das Orcas...

Hoje o Projeto BALEIAS avistou um grupo de baleias Orca (Orca tipo B) na região do Estreito Antártico (Antarctic Sound). Abaixo uma foto da biópsia remota e uma gravação do som produzido por estes animais.

Foto: Luciano Dalla Rosa (Projeto BALEIAS)

Reunião do G4 no passadiço


Reunião de cúpula do G4 (Baleias, Ótica, Fito e Física) no passadiço do "Tio Max"






Entre estações

Além do trabalho que temos durante as nossas coletas e manutenção de experimentos, nas horas vagas de pausa de trabalho, pudemos fazer uma visita em terra firme. Nada que não fosse também científico. Observar as aves, coletar perifíton de gelo, fitoplâncton.... rolar na neve, posar com pinguins e escalar rochas antárticas.
Mesmo sendo difícil de transmitir a magnífica sensação de estar em altas latitudes e em inóspito lugar, seguem algumas das fotos reveladoras dos nossos olhares sobre o continente gelado.








Aguardem por surpresas musicais que estão sendo formuladas laboratorialmente. Está para breve a sua divulgação! Não percam!!!

Phytoplankton activities

Com o tempo bom aqui em "Antarctic Sound", o turno do dia da equipe do fitoplâncton teve uma pausa que nos permitiu fazer essa postagem enquanto o grupo da noite ainda descansa. Assim podemos falar um pouquinho do que estamos fazendo até então.
 
 
A rotina de trabalho envolve muitas filtrações, microscopia, análises de fluorescência, incubações de produção primária, CDOM, e absorção fitoplanctônica. Nosso grupo fica dividido em dois turnos, onde mal se consegue terminar todo o trabalho e já se entrega serviço para o pessoal que chega para render trabalho.

 
Durante o turno, fica-se praticamente confinado ao laboratório molhado, que está constantemente enxarcado pela grande quantidade de água que é transferida pra diversos frascos, cada vez que chegamos a uma estação oceanográfica. Junto da água molhada o único aquecedor da sala, acaba não surtindo tanto efeito! Contamos somente com o calor humano e as muitas risadas que somente um lugar confinado pode proporcionar!

Além disso, nosso experimento com o Ferro tem sido bastante interessante. Já o realizamos em Gerlache e ontem foi o início do experimento em Bransfield, onde fizemos mais uma coleta com o bote pelas 7:00h da matina. Ainda falta o terceiro ponto de amostragem que será o mais próximo das influências do Mar de Weddell.



Para a manutenção do experimento, a Equipe do turno está sempre à postos e com rotina de trabalho constante, para manutenção de nossas unidades experimentais. Medidas de temperatura, quantidade de luz pelo sensor de PAR e o revolvimento das amostras a cada 2 horas, mesmo abaixo de neve, com água a -1⁰C às vezes, para permitir a mistura adequada do microcosmo.
 
 
 

Os dias de início de experimento, são de trabalho intensivo por cerca de 8 horas, até que tudo esteja certinho. Divisão das águas entre as várias equipes trabalhando: Camila com a produção bacteriana, Ricardo, Tainá e Leandro, nas análises de nutrientes, alcalinidade e outros parâmetros; Maria Fernanda medindo fluorescência com o FIRE, Amábile com as filtrações de CDOM e absorção e o quinteto (Rafael, Márcio, Luti, Tiago e Arnaldo) fazendo a parte de filtração, fracionamento, microscopia e fluorescência com o PAM.

Obviamente, tudo sempre feito com a atenção especial da tripulação do navio, que sempre está super disposta a auxiliar o nosso grupo de pesquisa durante as dificuldades operacionais. Deixamos registrado a eles também o nosso obrigado!